Por encomenda da Fabrica Braço de Prata, para conmemorar o seu primeiro aniversario, compús uma obra, cujo formato é o de Ópera-Instalação.
Basei-me ou inspirei-me em poemas de Pessoa, Lorca e textos de Nietzsche e Arendt, ontem quando do jornal O Publico perguntávam-me sobre a estética musical, encontrei que a ideia do posmoderno é a que mais se adeqúa a este projeto.
Escolhi o nome de TAWAN, que é uma palavra, incompleta, de Tawantisuyu, do Queschua,( lingua dalgumas culturas anteriores à conquista espanhola )das tradições andinas, em especial os Incas, e algumas culturas anteriores a eles, e que significa " Os quatro caminhgos",por ser a ideia que melhor sintoniza com o espíritu da F B P, a multiculturalidade, a total abertura a propostas de tudo o género, seja em música, literatura, pintura, etc.
Das ambiências jazzeiras, tangueiras, pop, à aquelas texturas e climas do expressionismo de entre-guerras, tentei resgatar algums elementos que pudessem ser inspiradores ou, ao menos, provocadores para eventuais desenvolvimentos.





